Publicações que amplificam vozes marginalizadas e promovem uma psicanálise interseccional, decolonial e comprometida com a transformação social.
O ponto vermelho simboliza o sujeito periférico — aquele que está à margem, mas que agora ganha centralidade e visibilidade. O símbolo do infinito representa a escuta sem fim, a interseccionalidade e o diálogo contínuo entre diferentes saberes. Juntos, expressam uma psicanálise que não se limita, que abraça a diversidade e reconhece a infinitude das experiências humanas marginalizadas.
Obras que dialogam com a psicanálise a partir de perspectivas periféricas, decoloniais e interseccionais.
Coleções de textos que reúnem vozes diversas em torno de temáticas essenciais para nossa época.
Textos curtos e acessíveis que levam o debate psicanalítico para além dos muros acadêmicos.
Estamos sempre em busca de novas vozes e perspectivas. Envie sua proposta e faça parte do nosso catálogo.